
– Por meio de decreto municipal 440/2021, a Prefeitura de Irecê reduziu em uma hora o toque de recolher estabelecido pelo governador Rui Costa para toda a Bahia, nesta sexta-feira, 23. O prefeito Elmo Vaz mantem proibidas qualquer eventos festivo, público ou privado, mas liberou eventos desportivos amadores, desde que sem a presença de público –
DA REDAÇÃO I Cultura&Reealidade
Em nota distribuída à imprensa no final da tarde desta sexta-feira, 23, o governo municipal de Irece informou que o prefeito Elmo Vaz atualização o decreto estadual 20.585, que estabelece normas e medidas restritivas na Bahia em virtude da pandemia do novo coronavírus.
A principal mudança é no horário do toque de recolher, que teve seu início adiado em uma hora. A partir desta sexta-feira, fica estabelecida em toda a Bahia a restrição de locomoção noturna entre 1h e 5h. A medida é válida até o dia 6 de agosto.
O decreto manteve a proibição de shows e festas, sejam elas públicas ou particulares, independentemente do número de participantes.
Os eventos desportivos coletivos e amadores estão autorizados, mas sem a presença de público. O decreto mantém os atos religiosos litúrgicos com a ocupação limitada a 50% da capacidade do local. Academias também podem manter o funcionamento, desde que limitem a ocupação a 50% da capacidade.
QUESTIONAMENTO
A nota divulgada pela Ascom não trás detalhamento sobre os métodos de controle dos cumprimentos dos protocolos de prevenção à Covid-19. Às pessoas que se preocupam com a disseminação da doença, especialmente como fato das variantes, as vacinas não ofertarem imunização total e grande parcela das pessoas não está vacinada ainda, a liberação dos eventos amadores, inclusive coletivos, mesmo sem a presença de público, gerou preocupação.
“A respeito dos eventos desportivos coletivos e amadores, o prefeito deve ter se inspirado nos eventos nacionais e internacionais, realizados por gingantes, como o Comitê Olímpico Internacional e a Confederação Sul-Americana de Futebol – Conmebol, que seguem rigorosamente os protocolos das autoridades de saúde, tem equipe de profissionais na gestão dos eventos, os quais estão sob intensa vigilância de órgãos sanitários e da mídia. Se o município não consegue fiscalizar uma praça que aglomera, imagine se todos os amadores times, das diferentes modalidades, sem nenhum controle, resolverem realizar atividades. Quem vai controlar o cumprimento das medidas sanitárias?”, questiona Fernando Figueiredo, 21, comerciário.